O Prof. Denis Lerrer Rosenfield, da UFRGS, observou que sob a governança mundial propiciada pela Laudato Si’ , “o Brasil deveria abdicar de sua soberania. […] As ONGs ambientalistas e indigenistas são erigidas em novo poder mundial.
“A decisão última seria transferida para elas, contando, internamente, com a participação ativa — e decisiva — da CNBB e de seus órgãos, como a CPT e o Cimi. Ou seja, um país como o Brasil poderia perder ‘religiosamente’, ‘moralmente’, ‘ecologicamente’ e ‘socialmente’ a Amazônia” (“O Estado de S. Paulo”, 29-06-2015).
O filósofo hebreu Guy Sormann concluiu seu artigo intitulado Vade retro perguntando:
“O homem tem que se submeter à Natureza ou o inverso? O homem é um pecador quando não se prosterna diante da deusa Terra? Esta encíclica, parece-me, não é um manifesto político, mas uma bomba teológica” (“ABC de Sevilla”, 29-6-2015).
Para o Prof. José Manuel Moreira, da Universidade de Aveiro, a “encíclica pró-verde” apresenta uma “preocupante mistura de slogans da esquerda radical”.
Fonte: ipco.org.br

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