Médicos brasileiros: bebês em gestação deficientes serão despedaçados com aspirador
25.04.2012 - Depois de uma decisão
do Supremo Tribunal Federal do Brasil determinando que bebês que sofrem
do defeito de nascença conhecido como anencefalia não são “legalmente”
vivos e, portanto, podem ser abortados com total liberdade, médicos
brasileiros estão explicando para os meios de comunicação como tais
bebês realmente serão mortos sob o novo regime legal.
Numa recente entrevista para Veja, a revista noticiosa mais
popular do Brasil, o vice-presidente do Conselho Federal de Medicina,
Dr. Carlos Vital, explicou que os médicos terão duas escolhas:
“curetagem” ou “aspiração”.
Abortos de bebês anencefálicos serão realizados no segundo ou terceiro trimestre.
Um aborto de curetagem usa uma faca especial para cortar a criança em
pedaços, e então raspar seu corpo e placenta da parede uterina. Um
aborto de aspiração usa forte sucção para despedaçar a criança, e de
modo semelhante a separa de sua mãe.
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Aborto por curetagem |
De acordo com os médicos, se esses métodos são inadequados em abortos
de gravidez mais avançada, o método de dilatação e evacuação seria
exigido, envolvendo uma pinça que é usada para despedaçar o corpo maior
do bebê. O Dr. Vital disse para Veja que abortos em crianças anencefálicas poderiam ser realizados até o nono mês de gravidez.
O Dr. Vital acrescentou que tais abortos exigirão um comitê de médicos
para apurar os “critérios adequados para diagnóstico” de anencefalia, um
problema físico cuja definição exata não tem o consenso dos médicos.
Os bebês anencefálicos não desenvolvem a parte superior da cabeça,
inclusive o crânio e a parte de superior do cérebro. A maioria morre no
útero ou logo após o nascimento, embora alguns tenham vivido alguns
dias, meses e até anos com o problema.
Ainda que os profissionais médicos muitas vezes afirmem que tais
crianças não estão conscientes de seu ambiente e sejam incapazes de
sofrer, pais de bebês anencefálicos relatam que seus filhos mostram
sinais de consciência e parecem reagir de modo muito específico a seu
ambiente. Alguns médicos utilizam a teoria de que o tronco cerebral de
tais bebês tem a capacidade de se adaptar às necessidades de consciência
rudimentar, um fenômeno conhecido como “neuroplasticidade”.
Nos Estados Unidos, um número aproximado de 95 por cento dos bebês anencefálicos são mortos dentro do útero de suas mães.
Numa declaração pública sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal, o
ativista pró-vida brasileiro Pe. Luis Lodi da Cruz chamou o veredicto de
“monstruoso” e comentou que, de acordo com o ministro do STF que
presidiu o caso, o aborto de uma criança anencefálica “É um procedimento
semelhante à remoção de um cadáver”.
“Paradoxalmente, Marco Aurélio admite que o anencéfalo morre depois de
um período pequeno de tempo. Ora, como ele pode morrer se já está
morto?” perguntou o Pe. Lodi.
Traduzido por Julio Severo do artigo de LifeSiteNews: Brazilian doctors: disabled unborn babies will either be cut to pieces or torn apart with aspirator
Fonte: www.juliosevero.com e www.rainhamaria.com.br
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